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Dia Internacional de Ação em 20 portos – “Trabalhadores portuários não trabalham para a guerra”

Date:
fev. 6, 2026
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Na sexta-feira, 6 de fevereiro, a greve em Pireu e Elefsina contra as políticas que esmagam os direitos e as vidas das pessoas — sacrificando-as no altar dos lucros capitalistas e das guerras imperialistas — culminou em comícios de massa e militantes. A greve coincidiu com o Dia Internacional de Ação dos trabalhadores portuários, realizado sob o lema: “Trabalhadores portuários não trabalham para a guerra”.

Greves, manifestações e outras ações estão a ser levadas a cabo por trabalhadores portuários em 20 portos de vários países:

  • Itália: Palermo, Salerno, Civitavecchia, Génova, Livorno, Trieste, Ravena, Ancona, Bari, Crotone
  • Grécia: Pireu, Elefsina
  • Espanha (País Basco): Bilbau, Pasaia
  • Turquia: Antália, Mersin
  • França: Marselha
  • Marrocos: Tânger, Casablanca, Safi

Esta mobilização marca mais um passo importante na promissora ação conjunta dos trabalhadores. Entre as principais reivindicações destacadas estão o fim do genocídio do povo palestiniano por parte de Israel — apoiado abertamente pelos seus aliados (EUA, NATO e UE) — bem como a rejeição do plano de rearmamento da UE, o “ReArm Europe”.

Declaração de Dimitris Koutsoumbas

Dimitris Koutsoumbas, Secretário-Geral do Comité Central do KKE, esteve presente no comício da greve em Pireu e fez a seguinte declaração:

“Hoje, aqui em Pireu, enviamos uma mensagem em todas as direções: as vidas humanas são mais importantes do que os lucros deles.

Exigimos medidas imediatas para proteger a saúde e a segurança nos locais de trabalho; contratos coletivos de trabalho com aumentos salariais; a remoção dos tanques de combustível de Perama; a retirada da Grécia da guerra imperialista; e o fim dos planos agressivos da classe dominante, que está a enviar o nosso povo para a morte.

Ao mesmo tempo, expressamos hoje a nossa solidariedade internacionalista com os trabalhadores portuários em greve em 20 portos por todo o Mediterrâneo — na Grécia, Itália, França, Espanha e Marrocos — sob o lema central: ‘Não trabalhamos para a guerra deles’. Muita força e continuem a luta!”

 

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